O uso da marca Nintendo fora uma grande satisfação para uma
juventude de décadas passadas. A marca do japonês na indústria de
entretenimento originalmente conhecida com Famicon progrediria no Ocidente com
seu console e jogos segurando uma boa fatia do mercado internacional. Uma
criança faltaria à escola para ir jogar com conhecidos e desconhecidos um jogo
do Mortal Kombat --, apesar da própria Nintendo ter relutado em lançar a franquia que a sua concorrente, a Sega, também japonesa, fez e abusou --, de uma de sua inúmeras versões que fizera um bom sucesso,
talvez muito mais pela violência envolvida dos macetes que os personagens
podiam realizar sobre o oponente derrotado conhecido como fatality.
Em uma carta a uma revista de vídeo-games, no entanto alguém pode sentir saudades dessa época dos consoles domésticos, ao mesmo tempo em que se expõem sobre os PCs e a sua capacidade de gráficos melhores que àqueles. Situaria um jogo em particular Doom, versão tiro em primeira pessoa, para o Super Nitendo e sua versão para o PC. O que não se compararia há nada no console de 16 bits.
Mas, tudo isso é passado, e a história se resultaria num futuro de números em progressão de bits. O resto parece ser explanação de algum nostálgico que não foi à escola para jogar vídeo-game.